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Metadados

%0 Conference Proceedings
%4 sid.inpe.br/mtc-m18@80/2009/08.10.14.47
%2 sid.inpe.br/mtc-m18@80/2009/08.10.14.47.43
%A Guizelli, Laís Maria,
%A De Nardin, Clezio Marcos,
%A Resende, Laysa Cristina Araújo,
%A Almeida, Pedro Daniel Santos Carvalho de,
%A Aveiro, Henrique Carlotto,
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@affiliation Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@electronicmailaddress lais@dae.inpe.br
%@electronicmailaddress denardin@dae.inpe.br
%T Climatologia, estudo e monitoramento da eletrodinâmica da baixa ionosfera equatorial
%B Seminário de Iniciação Científica do INPE (SICINPE).
%D 2009
%E Becceneri, José Carlos,
%E Pereira, Cláudio Solano,
%E Abramof, Eduardo,
%E Sousa, Fabiano Luis de,
%E Batista, Inez Staciarini,
%E Castro, Joaquim José Barroso de,
%E Souza, Jonas Rodrigues de,
%E Silva, José Demísio Simões da,
%E Souza, Luiz Carlos Gadelha de,
%E Forti, Maria Cristina,
%E Souza, Ronald Buss de,
%S Anais
%8 06-08 jul. 2009
%J São José dos Campos
%I INPE
%C São José dos Campos
%X A ionosfera é uma região da atmosfera terrestre situada entre 60 e 2000 km de altitude. Essa região é resultado da interação dos agentes ionizantes solares e cósmicos com os constituintes da Atmosfera Neutra, gerando uma camada condutora de plasma. A região ionosférica dividese nas camadas D, E e F (subdividindo-se em camadas F1 e F2), que possuem propriedades as quais variam, por exemplo, conforme a hora do dia, estações do ano e condições solares. Neste trabalho nosso enfoque será na região E, onde é formado o Eletrojato equatorial, uma intensa corrente elétrica centrada em torno do equador magnético. Os dados utilizados para o desenvolvimento deste trabalho foram adquiridos pelo radar de retro-espalhamento coerente (RESCO) em 50 MHz, o qual detecta irregularidades de plasma de curta escala de comprimento (3 metros) numa faixa de altura que se estende de ~90 km até ~130 km da ionosfera equatorial. A análise espectral dos ecos recebidos com o radar RESCO mostra dois tipos de irregularidades de plasma: Tipo 1, explicado pela teoria de instabilidade de dois feixes, e Tipo 2, explicado pela teoria de deriva de gradiente. O espectro relacionado às irregularidades do Tipo 1 apresenta largura de espectro estreita, com seu centro de distribuição sobre a velocidade correspondente à velocidade íon-acústica (~ 360 m/s). O espectro relacionado às irregularidades Tipo 2 possui largura maior e seu centro de distribuição sobre uma velocidade inferior à velocidade íon-acústica. Neste estudo será feita uma estatística de ocorrência deste tipo de irregularidade em função do tempo e altura, com o auxílio de uma rotina desenvolvida em IDL (Interactive Data Language). E especial, apresentaremos a distribuição das irregularidades nos horários de início e fim de detecção do Eletrojato equatorial.
%P 31
%O Bolsa PIBIC/INPE/CNPq
%@language pt
%3 Laís Maria Guizelli.pdf


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